quarta-feira, 24 de junho de 2009

10 Mentiras que conduzem ao divórcio - 10 Verdades que o previne.

01

Mentira: Casamento é um contrato.
Verdade: Casamento é uma aliança criada por Deus.

02

Mentira: Eu amo você, não sua família!
Verdade: Você não casou somente com seu cônjuge; ganhou o pacote completo.

03

Mentira: Eu posso trocar meu cônjuge.
Verdade: Você pode trocar de parceiro somente na dança.

04

Mentira: Nós somos diferentes demais.
Verdade: Incompatibilidade ou diferenças não matam um relacionamento.
Como você lida com as diferenças do outro é o que conta.

05

Mentira: Eu perdi aquele amor por você, e assim vai...
Verdade: Aquele amor por você pode ser restaurado.

06

Mentira: Um casamento mais tradicional poderá salvar-nos.
Verdade: A intenção de Deus é gerar a unidade de uma só carne.

07

Mentira: Não posso mudar – sou assim mesmo; é pegar ou largar.
Verdade: Eu posso mudar, mas isso requer desejo, obediência e força.

08

Mentira: Tem sido apenas um caso. Vamos nos divorciar.
Verdade: Casos são sérios e prejudiciais, mas nada além da restauração e da reconciliação.

09

Mentira: Não importa o que eu faço; Deus me perdoa.
Verdade: Receba a graça de Deus com o coração arrependido.

10

Mentira: Está tudo acabado. Nada pode mudar esse relacionamento.
Verdade:
Nunca é tarde demais, porque para Deus tudo é possível.

Derrotando o Estresse no Casamento

• Diminua o ritmo – identifique as coisas que possam ser ‘deixadas de lado’ e que causem pressão.


• Reserve tempo para conversarem entre si.


• Lembre-se que todas as coisas cooperam para aqueles que amam a Deus.


• Passem tempo como casal, encontrem uma atividade que vocês dois gostem e divirtam-se juntos.


• Resolvam os problemas juntos ao invés de tentar solucioná-lo sozinho.


• Sexo, uma vida amorosa sadia em seu casamento reduzirá o estresse.


• Orçamento – estabeleça um orçamento e viva dentro dele.


• Compreenda que mudanças levam tempo, não tenha metas irreais.


• Durma, você precisa de pelo menos sete horas ou mais para ficar bem.


• Tente identificar as coisas que são as maiores fontes de estresse, uma vez que você conheça os tigres desenvolva estratégias para vencer cada um deles. (Por exemplo, se perder as chaves gera discussão arrume um lugar onde elas sempre possam ser encontradas).


• Todos os dias reservem tempo para orar e ler a Bíblia, juntos.


• Resolva logo os problemas.


• Semeie a semente certa. Ao invés de dizer “Eu não consigo” declare a Palavra de Deus “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.



Estatísticas do Estresse:


• Mais de 90% de todas as visitas dos médicos da família são geradas devido a problemas ligados ao estresse.


• Os gastos com saúde são aproximadamente 50% maiores para trabalhadores que apresentam elevado nível de estresse.



• As mulheres que trabalham tempo integral e possuem filhos menores de treze anos apresentam os maiores níveis mundiais de estresse.




segunda-feira, 22 de junho de 2009

A importância da autoridade - Casos de rebelião no velho testamento

A QUEDA DE ADÃO E EVA (Gn 2.16-17; 3.1-6 e Rm 5.19)


1. A QUEDA DO HOMEM DEVIDO À DESOBEDIÊNCIA

Deus estava colocando Adão sob autoridade para que ele aprendesse obediência. Todas as coisas criadas foram colocadas sob a autoridade de Adão, mas Adão foi colocado sob a autoridade de Deus. Só o que está sob autoridade pode ser autoridade. Deus colocou Adão em autoridade e Eva sob sua autoridade. A queda do homem é devido à desobediência a Deus (Rm 13.2).

2. TODO O TRABALHO DEVE SER FEITO EM OBEDIÊNCIA
Eva fez sua própria vontade, rebelou-se contra Deus e caiu. Quando começamos a seguir o Senhor temos a tendência de encher nossa vida de muita atividade e pouca obediência. Mas na medida em que avançamos em espiritualidade nossas ações devem gradualmente diminuir e nossa obediência aumentar.

3. O BEM E O MAL ESTÃO NAS MÃOS DE DEUS (Rm 1.21-23)
A ação do homem deve ser motivada por um senso de obediência. Antes de Adão e Eva comerem o fruto proibido, seu certo e errado estavam nas mãos de Deus. Quando comeram do fruto, acharam uma fonte de certo e errado em outro que não é o próprio Deus. A obra de redenção é trazer-nos de volta ao lugar em que possamos achar nosso certo e errado em Deus.

4. OS CRISTÃOS DEVEM OBEDECER À AUTORIDADE
Toda autoridade vem de Deus. O centurião, cujo servo estava enfermo, creu na autoridade de Jesus. Ele elogiou sua grande fé (Mt 8.8-10). Quando uma pessoa peca contra a autoridade de Deus, ela peca contra Deus. Por isso todo cristão deve aprender a obedecer sua autoridade. (Rm 13.1-2).

5. A PRIMEIRA LIÇÃO QUE UM LIDER DEVE APRENDER É DE OBEDIÊNCIA À AUTORIDADE (1Pe 2.13, 2Co 10.8, 13.10)
O próprio Jesus sujeitou-se não só a Deus mas à autoridade dos homens. Quando um grupo de cristãos se congrega, imediatamente é formada uma ordem (cadeia de autoridade) espiritual. O lider cristão deve saber quem está acima dele. Muitos cristãos não têm a menor idéia de sujeição que lhes cabe, daí a confusão e desordem conseqüente.

6. A OBEDIÊNCIA PRECISA SER RESTAURADA (Rm 8.19-23)
Desde a queda de Adão a desordem tem prevalecido no universo. Cada um se julga capaz de distinguir o bem e o mal e de decidir o que está certo ou errado. A obediência é um princípio fundamental. Se a questão de autoridade não for resolvida, nada pode ser resolvido. As divisões existentes dentro da Igreja ou qualquer organização evangélica se organizam da rebelião.

7. NÃO PODE HAVER UNIDADE DO CORPO SEM AUTORIDADE DO CABEÇA
Deus está operando para recuperar a unidade do corpo. Para manter essa unidade precisamos permitir que a vida do Cabeça governe. Na medida em que prevalece a autoridade do Cabeça, a vontade de Deus é feita. Assim a Igreja se torna o reino de Deus.

8. ALGUMAS LIÇÕES DE OBEDIÊNCIA
a. Tenha um Espírito de Obediência.
b. Pratique a obediência.
c. Aprenda a exercer autoridade delegada, seja na Igreja, no lar ou no trabalho.
A Igreja sofre tanto por aqueles que não sabem obedecer, como por aqueles que não aprenderam como exercer autoridade.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Inicio do Planejamento Financeiro (recém casados)

Algumas pessoas pensam que o planejamento financeiro requer a ajuda de espe­cialistas com elaboradas ferramentas de análise e capacidade de prever o futuro. Essa é uma ficção decorrente da dificuldade que muitos têm em lidar com números e tabelas, pois a educação financeira infelizmente ainda não é uma realidade nas escolas brasileiras em todos os níveis.
Na verdade, a tecnologia empregada em um planejamento dessa na­tureza utiliza nada mais que ferramentas de matemática financeira bási­ca, com conceitos e formulações compatíveis com a matemática estudada no ensino médio. Se aquilo que se ensina nas escolas fosse exemplificado com casos cotidianos das famílias, é provável que grande parte dos brasi­leiros ingressasse em seu primeiro emprego com planos de independência financeira ao menos esboçados. Esse é um pequeno passo a ser dado para construirmos um Brasil mais rico.
Entendimentos:
1) Qualquer casal pode fazer o próprio planejamento financeiro se dedicar alguns minutos por semana ao seu futuro.
2) 0 planejamento financeiro familiar não pode ser complicado. Após dedicar algumas poucas horas a sua elaboração, basta fazer pequenos ajustes periódicos (talvez, semestralmente) nas metas para orientar a vida para o caminho da prosperidade. Tais ajustes se riam decorrentes de mudanças nos salários, na rentabilidade dos investimentos, na inflação e nos objetivos do plano. Se o contro­le financeiro familiar for difícil demais e lhes tomar muito tempo, vocês tenderão a abandoná-lo para aproveitar melhor os momen­tos de lazer.

É notório o fato de que, para enriquecer, é preciso aprender a gastar. Sua riqueza não depende do que vocês ganham, mas sim de como gastam. Se, com uma renda baixa, vocês conseguirem construir com dignida­de um padrão de vida saudável e feliz, conscientes de que poderão mantê-lo no futuro, estarão em situação bem melhor que executivos que ganham rios de dinheiro mas gastam tudo para manter um nível de vida elevado e ficam à beira de um enfarte quando têm o emprego ameaçado. Alguns pontos são essenciais no planejamento financeiro:
• Controle de gastos.
• Estabelecimento de metas.
• Disciplina com investimentos.
• Ajustes referentes a inflação e mudanças na renda.
• Administração do que se conquistou.

Texto: (resumido) Livro - Casais inteligentes enriquecem juntos - Gustavo Cerbasi

sábado, 13 de junho de 2009

FILME PROVA DE FOGO




Ele disse/ela disse

A pergunta de fogo: Como você pode desempenhar melhor o papel que Deus lhe deu em seu casamento?

Tópicos discutidos: Comunicação. Equívoco. Diferenças entre homens e mulheres. Fofoca.
Respeito. Sensibilidade.


Informações Extras: Caleb Holt sente que a sua esposa não demonstra nenhum respeito pelas
horas que ele passa trabalhando e a paixão que ele coloca no seu trabalho como bombeiro. Por outro lado, Catherine Holt acha que Caleb é insensível e que a raiz dos problemas é o casamento deles.
Chaves bíblicas: Provérbios 15:1; Efésios 5:21; Tiago 1:19; 1 Pedro 3:1-9

Perguntas para discussão
1. O que o respeito representa para a maioria dos maridos? Por que o respeito é uma questão
tão crucial para os homens?
2. Qual você avalia ser a melhor maneira das esposas demonstrarem respeito aos seus maridos?
3. O que sensibilidade aos sentimentos representa para muitas das esposas? Por que
compreensão e conexão emocional são questões cruciais para as mulheres?
4. Como os maridos podem se conectar melhor emocionalmente com suas esposas?
5. Qual é o problema em falar mal do seu cônjuge para seus amigos, familiares e colegas de
trabalho? Qual é a melhor maneira que você pode lidar com as divergências entre você e seu
cônjuge?
6. Você é pronto para ouvir e tardio para falar quando conversa com seu cônjuge?
7. Cite um jeito específico que você pode honrar seu cônjuge esta semana?
“Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o
marido com todo o respeito.”
Efésios 5:33 (NVI)
Respondendo à pergunta de fogo: Sem focar no defeito de seu cônjuge, como você pode
desempenhar melhor o papel que Deus lhe deu em seu casamento? Seja honesto e admita se há coisas minando ou destruindo seu casamento. Identifique áreas específicas e lide com elas de formas específicas. Desenvolva uma estratégia bíblica em resposta, e invista tempo, energia e oração ao lidar com forças destrutivas em seu casamento. Não permita que barreiras cresçam e atrapalhem a comunicação entre vocês. Lembra daquela famosa fala do filme Cool Hand Luke? “O que nós temos aqui é uma falha de comunicação.” Muitas das brigas conjugais se dão por falta de comunicação. Se você é um marido, aprenda como falar a linguagem do amor e compreensão emocional da sua esposa. Se você é uma esposa, aprenda a falar a linguagem do respeito de seu marido. Ao focar em mudar a si próprio (e não falar mal de seu cônjuge com outras pessoas) você mudará fundamentalmente o seu casamento.

Fonte (http://www.provadefogoofilme.com.br/estudos/eledisseeladisse.pdf)



terça-feira, 9 de junho de 2009


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"Você se considera um verdadeiro líder? E como a sua equipe o vê? Com John C. Maxwell, o maior treinador de líderes da atualidade, você vai entender por que o conhecimento teórico não basta para ser bem-sucedido. Ouça as normas e práticas fundamentais para ser o líder que todos valorizam e querem ter. E conquiste o seu lugar no mundo da liderança. Plugue-se nesses conhecimentos! Aprenda com o maior treinador de líderes do mundo.

Sobre o Autor: “John C. Maxwell é escritor, palestrante e fundador das organizações Injoy Stewardship Servicer e EQUIP, que já treinaram mais de 1 milhão de líderes no mundo todo. Seus livros sobre liderança já venderam mais de 13 milhões de exemplares.”
“Aprenda com o maior formador de líderes do mundo”

TERMINAR BEM

Quando começamos nossa vida cristã e o nosso chamado à missão, tínhamos a expectativa de que iríamos terminar bem nossa vida cristã e ministério com a mesma paixão, visão, perseverança e alegria que começamos nosso ministério como líderes cristãos, pastores ou evangelistas.
Por que “Bem no fundo de nossa alma, Deus plantou a semente de um propósito”. Era esta a visão de Deus para nossas vidas.
Para alcançarmos este propósito precisamos agora começar a estabelecer certos princípios e práticas bíblicas que nos darão condições de terminarmos bem nossas vidas e ministérios.
Estes princípios são compromissos de:
· Sermos pessoas de integridade.
· Sermos pessoas que desejam prestar contas.
· Sermos pessoas que permanecem focadas nas metas.

COMEÇAR BEM - At 9:20-22
TERMINAR BEM - 2Tm 4:7


INFELIZMENTE, A DURA REALIDADE É QUE 73% de todos os que estão no ministério não completarão 20 anos a serviço de Deus.

Para onde eles foram?
Desapareceram…como 2Tm 4:10: Demas me abandonou
Estagnaram …como Fp 3:19b: só se preocupam com as coisas terrenas
Desqualificados ...como 2Co 7:10: tristeza do mundo sem arrependimento

100% Começam Certo…Mas Somente 30% Terminam Bem.

Como isso pode acontecer? …Pergunte ao Rei Salomão. O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino. – Pv 1:7


O rei Salomão é um trágico exemplo bíblico de alguém que começou certo mas não terminou bem. Deixou de ser “homem de sabedoria [Provérbios] e tornou-se um tolo cínico [Eclesiastes]”. Esqueceu-se do que ele mesmo havia escrito.

Alguns fatores que causaram a Salomão e a outros não conseguirem TERMINAR BEM.
Raramente é apenas um fator ou influência a causa de alguém não terminar bem.
Entretanto, com freqüência, tão somente um passo na direção errada, e que passe desapercebido, poderá levar-nos a não terminar bem nossos ministérios.
Estes fatores são chamados: OS QUATRO GRANDES E MAIS QUATRO.
Os Quatro Grandes: Dinheiro, Sexo, Poder e Orgulho
Estes quatro primeiros fatores são os mais óbvios e mais comuns entre os líderes cristãos como os responsáveis por eles não terminarem bem seus ministérios, e são descritos em 1Jo 2:15-16.

Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele, porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo..

1. Dinheiro
· 1 Tm 6:10 - O amor ao dinheiro é raiz…
· 2 Tm 3:2 - Homens egoístas, jactanciosos, soberbos.
A resposta de Deus: Buscai primeiro o reino de Deus – Mt. 6:33

2. Sexo
· Pv 2:16-19 - [adultério] …porque a sua casa se inclina para a morte.
· Ef 5:3 - e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós.
A resposta de Deus: Acheguemo-nos ao trono da graça e achemos graça e socorro – Hb 4:14 - 16

3. Poder
· At 8:9-23 - Simão o feiticeiro
A resposta de Deus: Jesus nunca usou seu poder em benefício próprio – Mt 26:53

4. Orgulho
· Pv 16:18 - O orgulho precede a queda, “O que eu fiz”
A resposta de Deus: Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. (Fl 2:3)

Os Outros Quatro

Mc 4:13-19
Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra,; mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo sufocam a palavra, ficando ela infrutífera.

Nota Importante
· Estes quatro são como um câncer. Você não percebe que eles estão crescendo em influência em sua vida até que seja quase impossível detê-los.

1. Deixar de Ouvir e Aprender.
Ec. 1:9-10: “O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol.”


2. Deixar de viver por suas convicções e enfraquecer o caráter.
1Rs 11:4-6 - Sendo já velho…seu coração não era de todo fiel para com o SENHOR…(. 6) Assim, fez Salomão o que era mau perante o SENHOR e não perseverou em seguir ao SENHOR.


3. Deixar de viver para outros, falhando em deixar um legado e contribuição de vida que honram a Deus.
· Ec1:1 - Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.
· 1Rs 6 - Ele deixou um templo e um palácio que foram ambos destruídos.
· 1Rs 11:42-14:31 - Reino dividido; Seu filho e neto eram ambos corruptos.

4. Deixar de estar apaixonado por Cristo e perder a intimidade com Deus.
1Rs 11:9-13 - Salomão seguiu outros deuses

A resposta de Deus : Torne-se mais resoluto e obstinado com relação a um relacionamento íntimo com Deus.
· Sl 27:4 - Uma coisa peço ao Senhor, isso é o que busco...
· Sl 51:12 - Restaura-me a alegria da Tua salvação.

Resumo I.L.I. (Sheila O. S. Mocelin)


segunda-feira, 8 de junho de 2009


Águia ou galinha?

“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas.
Embora a águia fosse o rei / rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: – Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.– De fato, – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia.
Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe: – Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.O camponês sorriu e voltou à carga:– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!– Não – respondeu firmemente o naturalista.
Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...”
Fabiano C. Mocelin (Parábola citada em livro de Leonardo Boff)

terça-feira, 2 de junho de 2009


PERDÃO

Deve estar bem no centro da nossa vida cristã - falar sobre o perdão é fácil, praticá-lo é que não é, porque sempre queremos guardar ressentimentos, alegando que são justificáveis - sempre procuramos sinais de arrependimento “verdadeiros”; ficamos lembrando aos outros o seu arrependimento, antes que perdoemos - somos bastante rápidos em apontar as faltas, assim como os fariseus o eram.

Perdoar significa: conceder remissão de qualquer ofensa ou dívida e desistir de qualquer reivindicação; Deus sempre concede o perdão com liberalidade, porque Jesus pagou um alto preço pelo perdão; da mesma forma, devemos conceder o perdão livremente também, sem exigir qualquer pagamento;

Perdoar, portanto, é um mandamento de Deus; desobedecê-Lo é um pecado e nos mantém afastados Dele; não perdoar é rejeitar a obra redentora de Cristo, o Seu sangue, a Sua salvação;

Nós perdoamos aos outros porque entendemos que fomos perdoados por Deus (Mt 6:14-15); é Ele quem estabelece o padrão; quando nos dispomos a perdoar estamos dizendo que aceitamos o Seu perdão;

O não perdoar nos mantém cativos, em escravidão (Mt 18:23-35): nós queremos ser perdoados, todavia retemos as ofensas daqueles que nos ofenderam; Se não perdoamos somos entregues aos “verdugos” (espíritos atormentadores); a falta de perdão:
a. Pode gerar doenças físicas e mentais;

b. É a base para a formação de fortalezas demoníacas;

c. Prejudica tanto o que se recusa a perdoar como o não perdoado;

d. Impede as promessas de Deus para nós (Mt 5:23-24; Mc 11:25);


COMO E QUANDO PERDOAR.

1. Deus nos manda perdoar nosso irmão antes de orarmos; o caminhar em fé está atrelado às nossas atitudes corretas com relação às outras pessoas;

2. A Palavra nos exorta ao perdão tanto para quem nós ofendemos, como para os que nos tem ofendido; se ofendermos, devemos iniciar o processo e, se formos ofendidos também;

3. Em geral julgamos os outros pelas ações e a nós mesmos pelas intenções; queremos julgamento para os outros, mas misericórdia para nós;

4. O justificar-se apenas perpetua o meu pecado e me mantém separado de Deus e do meu próximo que me ofendeu;

5. Não devemos falar aos outros a respeito da ofensa (Pv 17:9), salvo às pessoas que estejam nos aconselhando, em quem buscamos ajuda e que fazem parte da solução do problema (pastores, lideres, etc); o falar aos outros é uma busca por simpatizantes e defensores da nossa causa;

6. O arrependimento de nosso cônjuge (ou de qualquer pessoa) não é condição para que perdoemos; na verdade, quando perdoamos liberamos o ofensor para que possa se arrepender (Rm 2:4); o Senhor Jesus (Lc 23:34) e Estevão (At 7:60) estavam sendo mortos e perdoaram seus agressores, os quais não demonstravam qualquer arrependimento dos seus atos;

7. Quantas vezes devemos perdoar uma ofensa (Mt 18:22)? Jesus diz: setenta vezes sete; quatrocentas e noventa vezes; podemos conjeturar assim: o perdão do mesmo pecado, praticado pela mesma pessoa a cada três minutos, durante um dia; a base para o perdão é o amor:
a. Que não mantém registro dos erros (1Co 13:5); que cobre uma multidão de pecados (1Pe 4:8);

b. Que possibilita o homem a perdoar através do poder de Deus e não pela capacidade humana; Sua natureza que habita em nós, nos capacita a perdoar e confiar novamente;


8. Mas se é o seu cônjuge quem está repetindo o mesmo pecado?
a. Perdoe como Deus perdoa (Is 43:25; Sl 103:12); Ele não se lembra de um pecado perdoado;

b. Ao perdoarmos não devemos relembrar os pecados do passado; esquecer é não ficar pensando no assunto;

c. Trate cada ofensa como nova, como se nunca tivesse acontecido; nunca mencione novamente uma ofensa que já havia sido perdoada;


9. Assim como amar, perdoar é um ato da vontade e não um sentimento:
a. Tome a decisão de perdoar e os sentimentos seguirão;

b. Alinhe sua vontade à vontade de Deus, sob a orientação do Espírito Santo (Sl 103:1-4);

c. Peça-Lhe uma Palavra Rhema acerca do ofensor; ao ver o ofensor como Deus o vê, sob a ótica do Seu coração amoroso e compassivo, nossos sentimentos de ódio e dor se tornam pequenos e são totalmente vencidos pelo amor do Pai;


10. Devemos procurar enxergar a nós mesmos e não os erros do nosso cônjuge (Mt 7:1-5; Lc 6:37), entendendo que todo o juízo pertence ao Senhor; os olhos de Deus estão atentos quanto à maneira como vamos agir diante do desafio do perdão;
a. Quando perdoamos muito, podemos aguardar muito amor de Deus (Lc 7:47);
b. Para Deus não existem pecados “grandes” e “pequenos”; não há como querermos justificar nosso “pequeno pecado” de justiça própria, diante do “grande pecado” de nosso cônjuge; para Deus, pecado é pecado (1Jo 2:4 e 3:4);

c. Quando nos tornamos julgadores dos outros, podemos esperar a mesma medida de julgamento sobre nós; aquele que julga recebe crítica da parte das pessoas que dizem: “ele faz igual ou pior”;

d. Quando os efeitos negativos da falta de perdão nos alcançam, temos a tendência de culpar a pessoa que não queremos perdoar;

e. Devemos desistir de qualquer reivindicação e liberar de vez o ofensor, a fim de alcançarmos um padrão de liberdade total no Espírito;

f. Somente o poder de Deus destrói todas as barreiras que impedem o perdão; quando digo que “não posso perdoar” quero dizer que “não quero perdoar”; esta atitude é proveniente do meu orgulho, desobediência e insubmissão; quando ajo assim:
1) Bloqueio o meu próprio perdão (Mt 6:14-15);
2) Impeço minha prosperidade, por causa do pecado em meu coração (Pv 28:13);
3) Abro espaço para a amargura (Hb 12:15), que resulta de uma falta de perdão de longa data; ela contamina/prejudica a muitos ao nosso redor, nos destrói, dá luz a outros pecados; esmaga e destrói totalmente o amor;

g. Existe uma tendência de tomarmos para nós a ofensa do outro, sobretudo quando se trata do nosso cônjuge e filhos, quando estes são ofendidos; Pv 26:17 diz que isso é como pegar um cachorro pelas orelhas; uma vez que pega não consegue soltá-las sem ser afetado;

h. Arrependa-se de ter feito isso alguma vez; procure ajudar o ofendido a perdoar; perdoe o ofensor mesmo que o ofendido não o tenha feito; reaja com empatia (colocar-se no lugar do ofendido) e não com simpatia (ficar com pena dele);

Resumo – Lições para Casais (Fabiano C. Mocelin).

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Família, alvo de Deus:

Todos sabemos que a família é projeto de Deus, e tudo o que Deus planejou passa pela família.
Portanto, ter uma família forte e centrada nos valores do Reino de Deus é o propósito divino.
A harmonia na família é o terreno fértil para Deus semear Sua vontade, cujos frutos são transformacionais e essenciais para se concretizar o governo de Deus sobre a Terra.

O Papel do Pai :
Deus, ao iniciar a família, criou primeiro o homem, isso não faz do pai o mais importante na família, mas o coloca na posição de iniciador.
O pai inicia o governo sobre as aves, peixes e animais domésticos, ou seja, o pai recebe a autoridade de Deus para governar sobre o ar, a terra e o mar.
A mãe e os filhos somente terão autoridade se esta for dada pelo pai.
O pai é quem deve invocar a Deus. “... Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor.” - Gn 4:26b
O pai é o provedor das necessidades da família. É ele quem influencia a manutenção do propósito de Deus na família e na sociedade.
O pai é o canal de autoridade de governo.
Um lar cujo pai é omisso e onde a mãe assume o papel do pai, é um lar sem paz, harmonia e alegria. É um lar fraco e contaminado pela presença do mal.
O pai é quem constrói o ninho. Vence a pobreza e protege a família da ruína financeira. “Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cem vezes mais, porque o Senhor o abençoava.” - Gn 26:12
O pai é o protetor da família, é o responsável por impedir todos os ataques dos saqueadores. “Quando Abrão ouviu que o seu parente estava preso, chamou trezentos e dezoito homens treinados, nascidos em sua casa, e perseguiu os reis até Dã.” - Gn 14:14

O Papela da Mãe :
Deus criou a mulher com a função central de sustentar toda estrutura familiar.
Sem a mulher o homem não consegue manter a rotina familiar. A rotina é responsável por edificar o lar.
A mãe é quem edifica o lar. “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola, com as próprias mãos a derruba.” – Pv 14:1
A mãe é quem une os membros da família.
A mãe é quem organiza a educação familiar.
A mãe é quem cuida da família, e a faz sentir confortável.
A mãe é quem demonstra o amor, a fé e a perseverança. Sendo responsável por manter o ninho quentinho.
A mãe é a administradora dos recursos que Deus deposita no lar.
A mãe trabalha com uma agenda passada, presente e futura.
É a mãe que se prepara para o inverno. Enquanto o pai vê mais o momento presente e um só ponto, a mãe tem uma percepção parabólica. Cerca de 80% do que sabemos aprendemos em casa. A mãe é transferidora por excelência do conhecimento e da prática dos valores da família.

Filhos :
Deus quer que os filhos pratiquem e reproduzam na próxima geração os valores do Reino aprendidos na família.
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe – que é o primeiro mandamento com promessa - , para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.” – Ef 6:1-3
A obediência é a prática das verdades eternas.
Honrar é obedecer no Senhor.
Os filhos recebem e multiplicam as heranças morais, materiais e espirituais.
Os filhos recebem de um canal, que são os pais, e devem multiplicar em vários canais. Ex: seus filhos, amigos e parentes.
Os filhos se sentem seguros quando praticam os mesmos valores praticados pelos seus pais - 2Tm 1:5
Os filhos devem amar os pais e querer imitá-los.


Conclusão:
Todas as pessoas que tiveram o privilégio de viverem em família, tiveram um ambiente seguro onde se desenvolveram.
Todas as pessoas que tiveram o privilégio de viverem em uma família cristã, centrada na Palavra de Deus, tiveram um ambiente de Valores e Princípios. Discernem o propósito da vida e têm, como tarefa, transformar o ambiente onde Deus os colocou.

Mas lembrem-se: “Ninguém deve acreditar naquilo que você diz, antes que você acredite e pratique.” - Pio Carvalho.

O nosso desafio é investir na família e colocá-la de volta no lugar que Deus projetou para ela estar.

Resumo Curso Valores e Princípios (por Fabiano C. Mocelin).



A Lei Natural e a Lei Espiritual.

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”(Gl 6:7-9)

a. Assim como na lei natural, na espiritual o mesmo acontece, pois está destinada por Deus a cumprir aquilo para a qual foi enviada;

b. A ignorância da lei não impede sua operação; se alguém desconhecer a lei da gravidade e saltar pela janela, mesmo assim cairá e se espatifará no chão;

c. Este é tipicamente um caso de destruição por falta de conhecimento (Os 4:6);

d. Na lei espiritual a colheita é garantida; colheremos exatamente o que semeamos;


Tudo começa pela semeadura. Ela pode ser de vida ou de morte; tanto podemos escolher a vida ou a morte, as bênçãos ou as maldições (Dt 30:19-20);
e. Jesus que é vida, só nos fornece sementes de vida (Jo 14:6); Satanás não possui sementes, mas sempre nos induz a lançá-las num campo de morte;

f. Como não existem sementes neutras estamos sempre semeando; em conseqüência disso estamos sempre colhendo o que plantamos;

g. Ao nascermos de novo, somos ensinados a plantar corretamente as sementes que produzem vida (Rm 8:5-6), mas a velha natureza nos faz lançar sementes no lugar errado, e arcamos com as conseqüências;

h. É certo que, no campo natural, ninguém em sã consciência escolhe semear um campo de ervas daninhas;


É Deus quem dá a boa semente ao homem para semear (Is 55:10-11), mas cabe ao homem escolher aonde irá semeá-la; há três tipos de sementes de vida: a semente biológica, a semente financeira e a semente da palavra.

A semente biológica representa nossa vida sexual;
a. Podemos lançar esta boa semente no “campo da prostituição”, através da fornicação, adultério, homossexualismo, pornografia, etc., recebendo em nós mesmos a pena por nossos atos (Rm 1:26-27) - Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro

b. A terra correta para a semente biológica ser lançada é o “campo do matrimônio”; é no casamento que Deus abençoa nossa vida sexual com saúde, filhos, amor, compreensão e fidelidade (Hb 13:4);


O dinheiro é a semente financeira, a qual o homem decide semear no “reino deste mundo” ou no “Reino de Deus”;
a. Quando semeamos no “campo do mundo” e de seus prazeres, estamos buscando aquilo que é passageiro, efêmero, e colhemos somente trevas em nossas vidas (Pv 16:25);

b. Ao decidirmos dar o dízimo e ofertas ao Senhor, estamos semeando naquilo que é eterno; esta atitude correta aciona os céus a nosso favor, garantindo a proteção de nossas finanças e fazendo-nos prosperar cem vezes mais (Gn 26:12-13);


A semente da palavra tanto pode ser lançada no “campo da mentira” como no “campo da verdade”;
a. A mentira é o pecado que nos torna mais semelhantes ao nosso antigo dono: Satanás, que é o “pai da mentira”; o “campo da mentira” é um terreno escorregadio que nos conduz ao inferno (Pv 19:5; Ap 22:15);

b. O “campo da verdade” é o terreno de Deus; não se trata de apenas não mentir, mas “falar a verdade” (Ef 4:25), “viver a verdade”, “proclamar a verdade”; quando agimos assim estamos em concordância com Deus e Sua Palavra;

c. Há uma liberação do poder de Deus quando semeamos a palavra no “campo da verdade”, porque a Sua Palavra é a verdade (Jo 17:17);

d. A sinceridade é um fator muito importante na vida conjugal; daqui para frente sempre falem a verdade um com o outro, e sempre acreditem um no outro;

Fabiano C. Mocelin (referência material C3D)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O Casamento: Aliança ou Contrato?

A Bíblia afirma que o casamento é uma Aliança de Sangue – (“Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança” Ml 2:14;

“O que Deus ajuntou” é quando dois se tornam uma só carne - (Mt 19:6, Gn 2:24);

Somente o poder de Deus pode transformar duas pessoas em uma só;
Quando pessoas decidem casar-se, submetem-se ao sistema de Deus que prevê uma unidade total, nomeado casamento;
Unir-se pelo matrimônio é serem feitos um;

É o único relacionamento terreno que se dá no Espírito, na Alma e no Corpo.
Sem Deus, o casamento é apenas uma aliança entre duas pessoas; Estão casados, mas Deus não vive em nenhum dos cônjuges; Portanto Ele é apenas uma testemunha e não uma parte ativa.

Deus também espera que honremos a aliança, ainda que não tenha sido da Sua escolha e agrado: Josué 9 e 10; 2 Samuel 21:1-6;


A Aliança de Sangue do Casamento:


Promessas e Termos
Fazemos votos um ao outro no dia do casamento - amar, honrar, cuidar, respeitar, etc.;

Concordamos com certas condições no nosso casamento - na alegria ou na dor, até que a morte nos separe.

Tudo o que tínhamos separado (antes do casamento) passamos a compartilhar. Compartilhamos nossos corpos (1Co 7:4);

Todos os bens passam a ser em comum; nossa riqueza e nossas dívidas são compartilhadas, pois aquilo que é mantido como “meu” e não “nosso”, gera conflitos;


Três Bases estabelecidas - Elementos Memoriais:
Base Legal, através de documentos jurídicos;
Base Social: recepção religiosa;
Base Espiritual: a benção das alianças, a Ceia do Senhor (pão e vinho).


Troca de Nomes - A esposa passa a adotar o nome do seu marido (ainda que a lei dos homens não exija mais essa prática).

Fabiano C. Mocelin
REPRODUZINDO A CIDADANIA NO REINO CELESTIAL
VOCAÇÃO / ELEIÇÃO / CHAMADO

Vocação: é para o que somos chamados;
Eleição: é a qualificação dos que serão chamados;
Chamado: o convite para a realização da vocação.

Exemplo: há uma vaga em uma empresa para um farmacêutico (vocação), existe alguns pré-requisitos para atingir esta vaga (eleição), então você é chamado para exercer esta vocação.
2.Pedro 1:10 e 11 – Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição, porque, fazendo isto, jamais tropeçarais. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
1.CO 1:26 a 29 – Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; Para que nenhuma carne se glorie perante ele.
“O PODER DE DEUS SE APERFEIÇOA NA FRAQUEZA”. A sabedoria do mundo se aniquila, a ciência incha. 1.CO 8:1e2.
Existe um ciclo e a ordem é; Vocação – Eleição – Chamado.
São os escolhidos os que atendem o chamado.

Mt. 22:14 / Mt20;16– Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.

1) Fui eleito para ser filho de Deus.
2) Sou chamado para ser filho.
3) Aceitação ao chamado – todo aquele que nele crê e o recebe é lhe dado o poder de ser filho de Deus.
4) Como filho de Deu, sou chamado a realizar obras pertinentes a um filho de Deus.
5) Se me preparo, sou eleito (escolhido) para obras específicas.


CRENÇAS = VALORES = COMPORTAMENTOS = CONSEQUÊNCIAS

Há uma filosofia incorreta chamada de dicotomia grega que coloca o domingo como um dia mais elevado, espiritual que se predomina a graça (fé, teologia, ética, missões, vida devocional, evangelho). E que os dias de semana são menos importantes, que se predomina o físico, a natureza (razão, ciências, economia, política, artes, música, pão).
A palavra nos diz que a cada doze, um é chamado para servir a porção santa, mas não é mais importante que os outros.
O que você acha mais importante?
Subir uma escadaria de joelhos pagando uma promessa ou um médico atender um paciente como se fosse seu próprio filho.

MOMENTO = LOCAL = FUNÇÃO

Existe um chamado para a eleição global:
1.CO 1:9 – Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão do seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.

E um chamado para uma atuação específica:
1.CO1:1 – Paulo (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus) e o irmão Sóstenes.

Diego Pykosz de Oliveira

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Arrependimento de Obras Mortas
“..não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas..” – Hb 6:1

Arrependimento e pecado - Definição dos termos

O primeiro Princípio Elementar da Doutrina de Cristo citado em Hb 6:1
é o Arrependimento de Obras Mortas, ou seja, o básico do básico está firmado neste princípio. Para compreender este princípio é importante, porém, conhecer os termos envolvidos no mesmo.

Arrependimento = “METANOIA” = Mudar de idéia ou de direção.
Não é uma emoção, mas uma decisão;

Derramar lágrimas não significa arrependimento;
Não é remorso:
“METAMELEIN” = remorso, angústia, emoção - Mt 27:3-4; Hb 12:16-17;
Remorso pelas conseqüências que podem advir e não pelo erro propriamente dito - 1Sm 15 - Saul somente quando confrontado com as conseqüências cogitou ter sido ele aquele que errou;
Lc 15:11-32 - Exemplo do Filho Pródigo (vs. 18, 20): reconheceu a situação de sua vida e tomou uma nova posição e agiu.

Pecado = “HAMARTIA”
Errar o alvo. Pecado não está limitado a cometer coisas consideradas hediondas ou imorais, o fato de não cumprir o propósito que Deus tem para a minha vida é um pecado - Ef 5:15-17

Obras Mortas = “ERGON + NEKROS”
“ERGON” = obras, trabalho, feito;
“NEKROS” = corpo morto, destituído de vida, sem animação.

Assim podemos dizer que arrependimento de obras mortas é:
Arrepender-se (mudar de atitude/não fazer mais) de qualquer obra que não seja para o novo Reino;
Arrepender-se de qualquer obra que queira servir ao novo Reino, mas não é feita nos princípios deste.
Nova Criatura x Obras Mortas?
Quando a palavra apresenta o princípio que está sendo estudado nesta lição, ela não tem como objetivo a pessoa que não é cristã. A palavra diz que as suas coisas estão reservadas para o fogo do juízo e nada ficará.

Quando a palavra apresenta este princípio ele é dirigido aos cristãos, o que significa que mesmo como novas criaturas ainda podemos produzir obras sem nenhum valor que, além de não contribuírem para o reino de Deus, atrapalham - Lc 11:23 “Quem não é por mim, é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha”.

Revendo a nova criatura:
Como criatura humana, descendência de Adão, todo homem carrega uma natureza pecaminosa, condenada à morte e destruição - Rm 7:24
Só Jesus é que pode nos libertar desta natureza - Rm 7:25
Ao ser concebida a nova criatura (ao receber a Jesus como Senhor), acontece um ato duplo simultâneo:
A velha natureza é arrancada de nós e pendurada na cruz de Cristo - 2Co 5:14; Rm 6:6
O sopro de Deus, o Espírito Santo, volta a habitar no homem, em nós, nos capacitando à nova vida que temos através de Cristo - 2Pe 1:2; Rm 6:8
O novo homem é chamado a viver em santidade:
“Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça aumente? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” – Rm 6:1, 2

O novo homem não vê o pecado (errar o alvo) como algo comum à sua vida, mas como uma exceção que eventualmente pode vir a ocorrer:
“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, porém, alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.” – 1Jo 2:1

O novo homem reconhece que se eventualmente acontecer de ele pecar, o pecado foi por sua atitude e não porque Deus o levou a pecar:
“Não veio sobre vós tentação, senão humana. E fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” – 1Co 10:13
Arrependimento de obras mortas como princípio de vida

Depois de passar pela cruz, ter deixado o velho homem, a nova criatura tendo a palavra e o poder de Deus, não precisa mais pecar, mas quando isto ocorrer, precisa estar vivendo no princípio de arrependimento e mudar logo sua atitude não ficando neste pecado.

Conforme já citado acima, é o novo homem que é confrontado com a tentação, portanto, ter o princípio de “arrependimento de obras mortas” para alcançarmos a maturidade, é algo imprescindível, pois não podemos edificar o novo homem com pecados em sua base.

Concordância: Aspecto básico para o arrependimento e a mudança de atitude:
Para haver arrependimento precisa haver a concordância.
“Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (1Jo 1:9)
Confessar = “HOMOLOGEO” = “concordar com” = concordar com Deus sobre um assunto.
“...Obedecer é melhor que sacrificar... a rebelião (não concordar com Deus) é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação (teimosia) é como a iniqüidade de idolatria...” – 1Sm 15:22- 23
O “arrependimento de obras mortas”, como princípio incorporado à vida, engloba:
- A vontade de servir ao Senhor em todos os propósitos que este tem para nossas vidas;
- Um profundo desejo de não pecar - Gn 39:9 - José vivia com o alvo de não pecar contra seu Deus;
- A concordância com Deus quando comete um pecado, expressando isto a Deus e permitindo Deus purificá-lo para continuar sua jornada na obra de Deus;
- Não supervalorizar um pecado cometido, como se retardar a confissão pudesse aumentar o tamanho do arrependimento; pelo contrário, é uma prolongação de um erro impedindo a purificação do Senhor.
A palavra, em Hb 5:12-14; Ef 4:14 e outros nos apresentam que somente com a maturidade em Cristo é que poderemos viver uma vida de vitórias em relação ao pecado, em relação a não errar o alvo. Portanto, o fato de vivermos o princípio de “arrependimento de obras mortas” não nos coloca imediatamente em posição desta maturidade, mas sem ele não há como atingir a maturidade.
À medida que não se permite mais que a vida esteja a serviço de obras mortas, tão mais rápido, os outros princípios serão estabelecidos levando-nos à perfeição em Cristo Jesus.

Obras Mortas que nos rodeiam

“Portanto, visto que nós também estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta” – Hb 12:1

“...e tudo o que não provém da fé é pecado” – Rm 14:23

Exemplos de Obras Mortas:
-Todo embaraço

-Ficar parado na carreira que nos foi proposta

Fé teórica - fé sem obras é “obra morta” - Tg 2 - (este exemplo não trata de ação social, mas assim como é claro ajudar um irmão necessitado, assim é claro que a fé deve ser seguida das obras pertinentes àquilo que corresponde ao ato de fé específico):
Ex:
- NOÉ cria na arca, portanto a construiu até o fim - a obra teve início, meio e fim;
- Moisés cria na libertação do povo, portanto foi até o Faraó como Deus lhe dissera e conduziu o povo para fora;
- Abraão creu na promessa, portanto coabitou com sua esposa, mesmo considerando seu corpo já amortecido;

Encher-se de conhecimento - 1Co 8:1
Viver em tradições humanas - 1Pe 1:18
Realizar a vontade dos gentios - 1Pe 4:3, 4
Discursos religiosos - 1Tm 2:6; Tt 3:9-11

Doutrinas amenizadas e agradáveis às vidas não comprometidas, acrescidas de facilidades e benefícios não encontrados na verdadeira doutrina - 2Tm 4:3, 4; 2Jo 6-11 (exemplos - Deus é que nos serve e não nós a Ele, prosperidade sem santidade, amor um grande sentimento e não um compromisso de vida, etc);

Vida sem renúncia - Lc 14:33-35;

Fazer tudo certo, mas não viver na dependência de Deus de fato. Mt 19:16-30 - O jovem rico;

Fazer obras boas para conquistar a salvação - Mt 25:31-46 - dar de comer e beber não é fazer assistência social, é muito mais do que isto, é dar às pessoas os verdadeiros pão e água que é o encontro com o Senhor Jesus. Se der só o natural e não levar o espiritual será obra perdida - Ef 2:8, 9; Jo 19:30 - “está consumado” - para a salvação a obra já está feita.

Estudar a Bíblia sem querer se relacionar com Deus - Jo 5:39-41 - muitos analisam, estudam, decoram, até cientistas, mas não vão a Deus.

A obra de fé que permanece:
“Respondeu Jesus: A obra de Deus é esta: crede naquele que ele enviou.” – Jo 6:29

“Posso todas as coisas naquele que me fortalece” – Fp 4:13

Se por nossa capacidade ou pelas capacidades do mundo que nos rodeiam tão de perto, não podemos agradar a Deus; pela fé em Jesus Cristo somos chamados e capacitados para toda a boa obra.

Após uma vida de renúncia da minha vida, sou chamado para uma vida gloriosa e vitoriosa em Jesus Cristo, pelo princípio da “FÉ EM DEUS”.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A CARROÇA

Certa manhã, um pai, muito sábio, convidou seu filho a dar um passeio no bosque, o qual foi aceito com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa? O filho apurou os ouvidos e alguns segundos depois respondeu:
- Estou ouvindo um barulho de carroça. Isso mesmo, disse o pai, é uma carroça vazia.
O filho perguntou ao pai: - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos - Ora - respondeu o pai - é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
O filho tornou-se adulto, e até hoje, quando vê uma pessoa falando demais, gritando ( no sentido de intimidar ), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tem a impressão de ouvir a voz do se pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Liderança Bíblica

A maneira pela qual Deus estabelece o Reino de Deus na terra é encontrando uma pessoa que sirva a Ele de todo o coração e usando-a no seu plano. A literatura secular de liderança também reconhece a importância da liderança e a grande necessidade de líderes em todas as áreas e atividades humanas.


A Importância da Liderança
1. Líderes constroem ou derrubam uma organização
2. Líderes avançam ou destroem uma causa.
3. Líderes inspiram ou frustram uma missão.
4. Líderes motivam e mobilizam ou desmoralizam e paralisam um movimento.
5. Líderes apontam o caminho ou se perdem no caminho.

Quando Deus Quer Fazer Algo...
Deus muda o curso da história através de homens e mulheres escolhidos que ajam em Seu nome. (Isaac Lim)

Exemplos Bíblicos

· Abraão (Gênesis 12:1-3) – Farei de ti uma grande nação.
· Moisés (Êxodo 3:1-12) – Estou enviando-o para libertar meu povo.
· Davi (1 Samuel 13:14) – Estou ungindo-o rei de todo Israel
· Ester (Livro de Ester) – Usarei você para proteger meu povo da perseguição.

Definições de Liderança

J. Oswald Sanders - “Liderança é influencia”.

Bernard Montgomery – “Liderança é a capacidade e disposição de mobilizar homens e mulheres para um propósito comum, aliado a um caráter que inspira confiança”.

Li Hung Chang – “Existem somente três tipos de pessoas – os que estão imóveis, os que são moveis e os que os movem”.

Bob Biehl: Liderança é saber…
· Qual é a próxima coisa a fazer…
· … porque faze-lo é importante e…
· … como mobilizar os recursos necessárias para realizá-la.

O Triângulo da Liderança Bíblica
A liderança bíblica pode ser representada por um triângulo eqüilátero. Um triângulo evoca uma imagem de estabilidade. Os três lados representam três características de Líderes fundamentados na Palavra
· Liderança Espiritual – Liderança bíblica é spiritual por natureza e centrada em Deus.
· Liderança Serva – Liderança Bíblica é orientada ao serviço e é inspirada pelo exemplo de Jesus
· Liderança Transformacional – Liderança Bíblica tem o propósito de produzir mudanças profundas e é guiada pelo Espírito Santo
Nenhuma das características é mais importante que as outras. Para um líder alcançar seu potencial máximo e ter um rendimento máximo, as três características necessitam estar presentes e em constante desenvolvimento. Liderança Espiritual

Características da Liderança Espiritual
· “O líder spiritual influencia a outros não pelo poder de sua personalidade, mas por uma personalidade que é habitada, controlada e “empoderada” pelo Espírito Santo.” (J O Sanders, “Liderança Espiritual” p.20).
· Liderança spiritual é a união de qualidades naturais e espirituais de uma pessoa a serviço de Deus para Sua Gloria.

Liderança Espiritual na Vida de Moisés

1. Começa com um chamado
E vendo o Senhor que ele se virara para ver, chamou-o do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés! Respondeu ele: Eis-me aqui. (Êxodo 3:4)

2. A visão é dada por Deus
Agora, pois, vem e eu te enviarei a Faraó, para que tireis do Egito o meu povo, os filhos de Israel. (Êxodo 3:10)

3. Envolve a ação de seguir a orientação do Espírito Santo
Tomou, pois, Moisés sua mulher e seus filhos, e os fez montar num jumento e tornou a terra do Egito; e Moisés levou a vara de Deus na sua mão. (Êxodo 4:20)
Ele os dará um outro consolador... (João 14:16)

4. As habilidades são dadas por Deus
Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar. (Êxodo 4:12)

5. Os dons são sobrenaturais
E se ainda não crerem a estes dois sinais, nem ouvirem a tua voz, então tomarás da água do rio, e a derramarás sobre a terra seca; e a água que tomares do rio tornar-se-á em sangue sobre a terra seca. (Êxodo 4:9)

6. Reflete o Caráter de Deus
Ora, Moisés era homem mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. (Números 12:3)

Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. A mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei. (Gálatas 5:22‑23)

Conclusão
Liderança espiritual origina-se em Deus. Líderes espirituais são desenvolvidos por Deus. O exercício da liderança spiritual é centralizado em Deus e a sua meta final é a glória de Deus.

“LÍDERES ESPIRITUAIS ENTENDEM QUE DEUS É SEU LÍDER” – Henrique e Ricardo Blackaby.
Como posso ter certeza de que a Bíblia está falando a verdade?
Centenas de livros já foram escritos sobre as evidências da inspiração divina da Bíblia. Estas evidências são muitas e variadas. Infelizmente, esses livros não são tão lidos atualmente o quanto seria desejável. Na verdade, a maioria das pessoas que questionam a veracidade da Bíblia nunca a leram! Estas pessoas tendem a aceitar a crença popular de que a Bíblia está cheia de erros e que não é mais importante em nosso mundo moderno.
Entretanto, os escritores da Bíblia afirmam repetidas vezes que eles estavam transmitindo a própria Palavra de Deus: infalível e tendo autoridade em si própria no mais alto grau possível. Este é uma afirmação muito forte para um escritor e se os cerca de quarenta homens que escreveram as Escrituras estavam errados em fazê-la, então eles estavam ou mentindo, ou eram loucos, ou as duas coisas.
Mas, por outro lado, se o maior e mais influente livro de todas as épocas - um livro que contém a mais bela literatura e o mais perfeito código moral já imaginado - foi escrito por um bando de fanáticos, então há alguma esperança de encontrar sentido e próposito neste mundo?
Se alguém investigar seriamente as evidências bíblicas, esta pessoa irá descobrir que a afirmação de ser divinamente inspirada (declarada cerca de 3000 vezes na Bíblia de diversas formas) é amplamente justificada.
Profecias cumpridas
Uma das mais incríveis evidências para a inspiração divina da Bíblia são as profecias que se cumpriram. Centenas de profecias feitas na Bíblia vieram a se cumprir até o último detalhe. E a maioria delas foi cumprida quando o seu escritor já havia morrido.
Por exemplo: Em cerca de 538 AC (
Daniel 9:24-27), Daniel, o profeta, predisse que Jesus viria como o Salvador e Príncipe prometido para Israel exatamente 483 anos depois que o imperador persa desse aos judeus permissão para reconstruir a cidade de Jerusalém que estava em ruínas nesta época. Essa profecia foi clara e definitivamente cumprida no tempo exato.
A Bíblia também contém uma grande quantidade de profecias tratanto de nações e cidades específicas ao longo da história, todas as quais foram literalmente cumpridas. Mais de 300 profecias foram cumpridas pelo próprio Jesus Cristo durante a sua primeira vinda. Outras profecias lidam a difusão do Cristianismo pelo mundo, falsas religiões e muitos outros assuntos.
Não há outro livro, antigo ou moderno, como a Bíblia. As profecias vagas e geralmente errôneas, feitas por pessoas como Jeanne Dixon, Nostradamus, Edgar Cayce e outros como eles, não podem, nem de longe, serem colocadas na mesma categoria das profecias bíblicas. Nem outros livros religiosos como o Alcorão, os escritos de Confúcio e literatura religiosa similar. Somente a Bíblia manifesta esta evidência profética e ela a faz em uma escala tão gigantesca que torna absurda qualquer outra explicação que não a sua inspiração divina.
Uma acurácia histórica única
A acurácia histórica das Escrituras é também uma classe de evidências por si só, infinitamente superior aos registros escritos deixados pelo Egisto, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registro bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:
“Nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse qualquer referência bíblica. Dezenas de achados arqueológicos foram feitos que confirmam em exato detalhe as declarações históricas feitas pela Bíblia. E, da mesma maneira, uma avaliação própria de descrições bíblicas tem geralmente levado a fascinantes descobertas no campo da arqueologia moderna.”
Acurácia científica
Uma outra espantosa evidência da inspiração divina da Bíblia é o fato de que muitos princípios da ciência moderna foram registrados como fatos da natureza na Bíblia muito antes que qualquer cientista os confirmasse experimentalmente. Uma amostra destes fatos inclui:
A redondeza da terra(
Isaías 40:22)
A quase infinita extensão do universo (
Isaías 55:9)
A lei da conservação de massa e energia (
II Pedro 3:7)
O cíclo hidrológico (
Eclesiastes 1:7)
O vasto número de estrelas (
Jeremias 33:22)
A lei do aumento da entropia (
Salmo 102:25-27)
A suma importância do sangue para a vida (
Levítico 17:11)
A circulação atmosférica (
Eclesiastes 1:6)
A campo gravitacional (
Jó 26:7)
e muitos outros
Estes fatos obviamente não são declarados no jargão da ciência moderna, mas em termos da experiência básica no homem no dia-a-dia. Ainda assim, eles estão completamente de acordo com o fatos modernos da ciência.
É significativo também que nenhum erro jamais foi demonstrado na Bíblia, seja em ciência, história ou qualquer outro assunto. Muitos erros foram de fato declarados, mas eruditos bíblicos conservadores sempre foram capazes de encontrar soluções para esses problemas.
Estrutura única
A incrível estrutura da Bíblia deve ser colocada em perspectiva também. Embora ela seja uma coleção de 66 livros, escritos por cerca de quarenta homens ao longo de um período de cerca de 2000 anos, a Bíblia ainda assim é um só Livro, em perfeita unidade e consistência.
Os escritores individuais, na época em que escreviam, não tinha idéia de que, eventualmente, seus escritos seria incorporados em um só livro. Entretanto, cada um desses escritos individuais preenche perfeitamente o seu lugar e serve a um único propósito. Qualquer pessoa que estude diligentemente a Bíblia irá encontrar padrões estruturais e matemáticos cuidadosamente bordados em seu tecido com uma intrincácia e simetria que não são passíveis de explicação através do acaso ou coincidência.
E o tema que a Bíblia desenvolve consistente e grandiosamente de Genêsis ao Apocalipse é o majestoso trabalho de Deus na criação do universo e a redenção de todas as coisas através de seu único filho, o Senhor Jesus Cristo.
O efeito único da Bíblia
A Bíblia também é única em seu efeito sobre homens em individual e sobre a história das nações. Ela é o livro mais vendido de todas as épocas, tocando corações e mentes, amada por pelo menos uma pessoa em qualquer raça, nação ou tribo para a qual foi levada. Ricos ou pobres, educados ou simples, reis ou plebeus, homens de qualquer origem ou modo de vida já forma atingidos por esse livro. Nenhum outro livro jamais teve tal apelo universal ou produziu efeitos tão duradouros.Uma evidência final de que a Bíblia é verdadeira é o testemunho dos que acreditaram nela. Multidões de pessoas, no passado e no presente, descobriram por experiência própria que suas promessas são verdadeiras, seu conselho é confiável, seus comandos e restrições são sábios e que sua maravilhosa mensagem de salvação vai ao encontro de qualquer necessidade para todo o tempo e eternidade.